Em uma sociedade bastarda, marcada pelo paradigma, eu sou o entorpecido, o insensível, o alterado. Eu sou o ajuizado, o incomum, o retardado. Eu sou o repreensível, o forasteiro, o limitado. Mas de nada me adianta, ser o trivial e viver com as rédeas me freando, me fazendo de um ser domado.
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